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viernes, 11 de octubre de 2019

El futuro de las cocinas

Las cocinas del futuro, serán espacios multifuncionales y compartidos, estarán hiperconectadas y en ellas tendrán lugar momentos de ocio, trabajo, relaciones familiares, además de los que le corresponden de forma natural como lugar de procesamiento y elaboración de alimentos.

La domótica y el Internet de las cosas serán los protagonistas de estas cocinas, que intentarán ser los más eficaces posibles y ahorrar el máximo de electricidad y tiempo.

El futuro de las cocinas

La cocina en la actualidad

La evolución de nuestra sociedad se plasma en las cocinas. Destaca, en este lado, el auge de la gastronomía en nuestras costumbres, a nivel global. Los ciudadanos entienden más de cocina, ven programas de cocina, no se dedican simplemente a comer.

Además hay un creciente interés por la salud, la alimentación consciente, los alimentos de proximidad, la sostenibilidad del planeta. Surgen nuevas formas de comer, veganos, paleodieta, etc y los chefs pasan a ser auténticos referentes de la sociedad.

La tecnología nos ha llevado a la conectividad de todos los elementos de nuestra vida, incorporando Internet a nuestros teléfonos, coches, electrodomésticos, cocina...

El futuro de las cocinas

La cocina del futuro será el espacio funcional más importante de la casa y estará unida con el salón y el comedor como un único espacio abierto polivalente.

En la parte de cocina propiamente dicha, la mayoría de las tareas estarán automatizadas.

La propia encimera será también como una tablet que nos dirá cuándo añadir ingredientes o cuando subir o bajar la temperatura de la cocina, así como información nutricional. Será un centro de mando que controlará toda la cocina.

Las fuentes de energía cambiarán para ser más eficientes y menos costosas, lo que propiciará una bajada general en las facturas de luz de este tipo de hogares.

Utensilios inteligentes

Desde tablas de picar que son pantallas interactivas hasta impresoras en 3D para imprimir alimentos.

La “picadora inteligente” permite calcular el peso de los ingredientes, proponer recetas y ajustar las cantidades necesarias de los productos que se necesitan en la preparación de un plato dependiendo del número de comensales. Incluso te dice qué alimentos comprar y puede hacer la compra por Internet.

Pero esto no se queda aquí. Hay aspectos que ya existen, como neveras que hacen la compra o que en lugar de puertas tienen pantallas para que no haga falta abrir la nevera para saber qué comprar u hornos que podemos programar para que se enciendan a una hora y ya estén listos para usarse cuando llegamos nosotros.

A evolução (e a revolução) das cozinhas


A evolução (e a revolução) das cozinhas

A cozinha tornou-se, juntamente com a sala, o centro social da casa. Antes era uma parte da casa apenas para cozinhar. Hoje, acaba por ser uma divisão onde passamos muito tempo, muito em parte, pelos avances tecnológicos que surgirão nas cozinhas.
A origen da cozinha, o Neolítico

Como todos sabemos, a história começou com o lume. Os primários descubriam que o fogo servia para algo mais que apenas cozinhar. No periodo do Neolitico, a coziha consistia numa escavação (orificio) no chão que se ateava e se utilizada para assar carne ou peixe.

Mais tarde, o hommo erectus conseguiu conservá-lo para cozinhar os alimentos e que a carne ficasse com saborada e sem bacterias.

No ano de 7000 A.C, criaram-se os primeiros utensilios de barro para poder amplicar a varidade de refeições, tais como as sopas. Com os egipcios, nos anos 5000 A.C, apareceram os primeiros fornos onde se podia assar a carne de uma forma mais uniforme.
Mais tarde foi iniciada a criação de superficies, com tijolos, de modo a deixar os utensilios mais afastados do fogo, e para que fosse mais fácil tirar os alimentos.

Evolução, Grécia e Roma
Aplicam-se materais como o cobre e o ferro e são criados objetos como uma garrafa de vidro, jarras de madeira e os copos de chifres de touro. Os gregos inventaram o assador e desenvolveram a indústria de utensilios de cozinha.

A cozinha na idade média
Criado o assador giratório, sendo uma roda de madeira em forma de nora e que se dava voltas para que a carne pudesse ser assada de forma uniforme.

A cozinha nos séculos XIX e XX
Em 1802 foi criado a primeira cozinha de gás que colocou de lado as cozinhas a lenha e carvão. As cozinhas a gás tornaram-se moda devido a criação de um isqueiro de gás aplicado na cozinha por parte de R.W. Von Bunsen.
30 anos depois surge a inovação mais revolucionária: a cozinha elétrica. De pouca fiabilidade inicial devido ao termostáto, o seu uso foi extendido até 1920, sem derrubar a cozinha a gás.

Século XIX, tecnologia e a cocina unidos
Era algo que sem dúvida não esperávamos, como a cozinha ser algo que possa ser controlada à distância, bastando para isso, a contratação de internet, através de aplicações móveis.
Hoje é possível controlar quase todos os eletrodomésticos da cozinha através do telemóvel. Esteja no trabalho ou em noutro local, tendo o contrato de luz ativado, é possível apagar, acender e controlar, por exemplo, o forno elétrico.

As cozinhas a gás

As cozinhas a gás

Com o exito das cozinhas elétricas e da introdução das placas de vitrocerâmicas, as cozinhas a gás pareciam ficar cada vez mais ultrapassadas. No entanto, graças ao apoio dos cozinheiros, as cozinhas ganharam mais adeptos nos últimos anos.

Origen e desenvolvimento

Em 1802, Frederick Wilson pela primeira vez cozinhou com gás. A sua cozinha era artesanal e muito mais limpa que o carvão.

Mais tarde, outras cozinhas foram criadas, mas eram perigosas devido a fugas e explosões. Portanto, foi necessário esperar mais de 30 anos até que um novo fogão a gás aparecesse na Europa.

Nos Estados Unidos, eles chegaram em 1860. No entanto, ainda havia um grande medo em relação a eles e, naquela época, o fogão elétrico apareceu.

Os fogões a gás continuaram a ser bem-sucedidos, mas deram um maior lugar aos elétricos. Apesar disso, no século XIX, eles voltaram a ocupar o centro do palco, pois o sabor que davam à comida era melhor e tornaram-se moda nos restaurantes.

Vantagens e desvantagens:

Ventajas:

  • O butano ou propano têm uma potência maior que a eletricidade e atingem o calor máximo mais rapidamente.
  • Mantêm a textura, as vitaminas e os nutrientes do que é cozinhado. Por esse motivo, é o tipo de cozinha escolhida pelos chefs profissionais.
  • Permite usar várias lâmpadas ao mesmo tempo, economizando tempo e dinheiro, pois consomem menos que as elétricas.
  • Eles são mais sustentáveis ​​e emitem menos CO2.
  • Qualquer material neles pode ser usado.
  • Ajudam a poupar na fatura da luz.
Desvantagens:

  • Risco de fugas de gás.
  • Requerem mais limpeza e manutenção.
  • Se a sua cozinha funcionar com butano ou propano, deverá estar atento às garrafas para evitar a falta de gás.
Funcionamento

Os fogões da cozinha possuem um injetor que é usado para adotar a cozinha de um tipo de gás para outro e que permite que o gás passe por uma cavidade e se misture com o ar, causando combustão. Esta mistura sai dos queimadores e arde. A intensidade pode ser ajustada usando uma torneira
Além disso, hoje eles têm um sistema de ignição, que permite poupar até 40% de gás.
Esse tipo de cozinha geralmente é aceso com uma chama externa (isqueiro ou fósforo); no entanto, muitas cozinhas já vêm com esses sistemas incluídos.

lunes, 16 de septiembre de 2019

Eficiencia y cocinas inteligentes


Una de las cosas que más urgen hoy en día a nivel mundial es el ahorro energético y la sostenibilidad. Puesto que aún no usamos energías 100% renovables en el nivel necesario, ahorrar energía nos permite ayudar a la sostenibilidad del planeta y, además, ahorrar en nuestras facturas de luz.

Y para conseguir esto uno de los mejores aspectos es la eficiencia energética y la domótica, uno de cuyos objetivos es el ahorro energético.

Eficiencia y cocinas inteligentes

Diferencia entre eficacia y eficiencia

La eficacia está relacionada con si el hecho se realiza o no y qué nivel de éxito ha tenido. Es decir, si el lavavajillas lava los platos, ha sido eficaz. En este caso no nos fijamos en aspectos de tiempo, calidad o gasto, sólo en si se hace o no.

La eficiencia, por otro lado, implica la capacidad para realizar algo adecuadamente. Cuando hablamos de eficiencia energética, nos centramos en la capacidad de realizar una acción pero con el menor gasto energético, aunque con la misma calidad.

Dos lavadoras que consiguen quitar una mancha de una camiseta son eficaces pero, si una usa menos recursos que la otra, será más eficiente.

Relacionado con los recursos (agua, tiempo, energía, y dinero) se encuentra el ahorro. Una cocina eficiente cuyos electrodomésticos gasten poco será una cocina que nos ayude a ahorrar.

Cocinas inteligentes

Está claro que uno de los aspectos de la vivienda que más gasta y que más tiempo consume es la cocina. El Internet de las cosas ya ha llegado a la cocina para facilitarnos la vida y ahorrarnos tiempo, necesitando, únicamente, de un dispositivo con conexión a Internet.

La eficiencia energética de los electrodomésticos no es el único aspecto del ahorro que se puede conseguir en la cocina, ya no sólo en dinero, sino también en tiempo. El tener que cocinar tras un duro día de trabajo o no saber a qué temperatura o en qué momento se ha cocinado lo que tienes en el horno son problemas actuales que están a punto de desaparecer.

Hornos programables a través de aplicaciones de móvil para que estén calientes al llegar a casa o que nos digan cuándo se ha cocinado algo son los aspectos más revolucionarios de la domótica en la cocina.

Pero no sólo eso, neveras que te hacen la compra u ollas que cocinan solas son algunos de los aspectos que nos van a hacer ahorrar tiempo y dinero en el futuro más próximo.

domingo, 1 de septiembre de 2019

Trucos para ahorrar energía en tu cocina


Según un estudio, el 18 % de la electricidad que se usa en una vivienda van a parar a la cocina. Si bien es cierto que la parte fija de una factura de la luz (la que se paga por potencia contratada) es muy difícil de reducir, podemos llevar a cabo ciertos cambios que nos permitirán ahorrar al máximo la electricidad gastada en la cocina.

Trucos para ahorrar energía en tu cocina


1.Electrodomésticos eficientes

Puede que tengas que cambiar algún electrodoméstico de tu cocina. Si es así, cómpralos con una buena eficiencia energética. Aunque sean un poco más caros, a la larga te saldrá rentable.

2.Aparatos eléctricos, los justos

A todos nos gustaría ser chef profesionales y tener un sinfín de aparatos para cocinar pero, seamos realistas ¿los usaríamos normalmente? Si la respuesta es negativa, no compres aparatos que no vayas a usar.

3.Temperatura de la nevera

Adapta la temperatura de tu frigorífico a la estación en la que estés. Si hace más frío, puedes subir la temperatura de tu nevera y viceversa.

4.La nevera se abre poco

Cada vez que abrimos la puerta de la nevera, se pierde frío y tiene que hacer más gasto. Abre la nevera sólo cuando sea necesario.

5.Localización de la nevera

Alejada de cualquier fuente de calor y a una distancia prudencial de la pared, para que pueda disipar el calor.

6.Utensilios de cocina

Si vas a cocinar con una sartén pequeña, no uses el fuego más grande. Deja las ollas tapadas mientras estén al fuego para evitar que se pierda mucho calor. Cómprate una olla a presión, gastan mucho menos.

7.El horno

Cuando vayas a usar el horno, intent cocinar varias cosas a la vez o, al menos, una detrás de otra. Intenta abrir la puerta del horno lo menos posible ya que se pierde calor (Casi el veinte por ciento).

8.Apaga lo que no uses

El único electrodoméstico que tiene que estar siempre funcionando es la nevera. El resto, apágalo cuando no lo estés usando.

9.Vitrocerámica

Si tu cocina es vitrocerámica aprovecha el calor residual. Apaga el fuego unos cinco minutos antes y así terminará de cocinarse sin gastar, lo mismo sucede con el horno.

10.Microondas

Tanto calentar alimentos como cocinar determinadas cosas, es mucho más económico al microondas.